Versão mobile

Editorial defende responsabilização de grevistas no setor público. Você concorda?

Enviar mensagem
  • Amanda Duquia 

    Acredito que a população será mais afetada se continuarmos inertes em um país onde educação e saúde não são tratados como prioridade! Se o governo não cumpre o que promete e não nos oferece uma boa qualidade de vida, devemos nos mobilizar e lutar pelos nossos direitos. Se ficarmos parados esperando que soluções caiam do céu, as coisas não vão mudar nunca!

    Pelotas - MS - Brasil20/07/2012 | 15:56
  • Tiago José Fernandes 

    Se é bem verdade que a greve é um direito do servidor,também é verdade que do outro lado é ferido o direito dos prejudicados com as paralisações.Ademais,as greves,na sua maioria perderam o seu fim,declinando em favor de interesses políticos,antes do interesse pelas causas das classes.

    Porto Alegre - RS - Brasil20/07/2012 | 15:54
  • Antonio Carlos Menezes Reis reismenezs 

    Até entendo em parte ser justa a greve, é um direito e devemos respeitar, no entanto o cidadão que paga para eles trabalhar não pode ser privado dos de seus direitos em exigir o serviços que lhes são devido, acho que falta para ambos negociadores é o bom senso. E os dias não trabalhados devem ser discontados.

    Porto Alegre - RS - Brasil20/07/2012 | 15:40
  • Graciane da Silva 

    Discordo do edital. Infelizmente o governo "esquece" que os servidores públicos também devem ter reajuste salarial assim como todos outros trabalhores, afim de amenizar as perdas devido a inflação. Com isso, a saída é a greve, único instrumento que a classe dispõem para pressionar o governo. Além disso, greve não é apenas uma luta por salário, mas para que possa ser oferecido um serviço de qualidade à população, como por exemplo no caso dos servidores da educação que lutam para que o governo invista 10% do PIB na educação. Outro ponto que precisa ser considerado é que uma greve não se instala de uma dia para o outro, é uma ação tomada apenas depois que todos canais de negociação foram esgotados. Ou seja, se o governo fosse responsável e justo, evitando a desvalorização dos salários e precariedade das condições de trabalho dos servidores públicos a greve não aconteceria. Por fim, a greve é um direito de todos, conforme a Cosntituição Federal, e, portanto, não pode ser motivo de punição.

    Porto Alegre - RS - Brasil20/07/2012 | 15:03
  • aldo lacerda 

    Sou funcionário público do estado, professor aposentado, defendo o direito de greve, mas sem abuso, lutar melhores salários e condições dignas de trabalho é um direito do cidadão. Abuso deve ser punido.

    Torres - RS - Brasil20/07/2012 | 12:39
  • maria nogueira dos santos 

    Não, porque sou a favor de uma GREVE GERAL NESTE PAÍS, pois do jeito que as coisas estão indo qual é a saída? Os responsáveis por tudo de ruim que está acontecendo são os políticos irresponsáveis e corruptos que estão aí impunes cada vez roubando mais e individando o nosso País. Está na hora do povo dar um basta desta pouca vergonha. Até quando o país vai suportar tanta roubalheira e tanta desiguladade em todos os níveis. Não temos saúde, não temos educação e muito menos segurança pública. O que esperar então?

    BUTIÁ - RS - Brasil20/07/2012 | 12:08
  • Alda Pegoraro Roeder 

    Discordo.A greve só é decretada quando não há mais negociação e a mesma poderia ser evitada se não fossem feitas tantas promessas ao trabalhador em épocas que os governantes necessitam de sua "ajuda".O trabalhador só está usufruindo desse direito porque foi provocado a isso,se não lhes tivessem feito tantas promeças,com certeza a greve teria sido desnecessária.

    Nova Prata - RS - Brasil20/07/2012 | 11:31
  • Milton Munaro 

    Houve quem promoveu-se articulando greves, agora quer proibi-las. Nada mais fantasioso, embusteiro e falso. Os extorsivos impostos aumentam, o salário, só da graudagem do poder.

    São Leopoldo - RS - Brasil20/07/2012 | 11:28
  • Diego Silva 

    Discordo do editorial em questão. É preciso que se conheça a realidade do serviço público antes de criticá-la. Há uma grande confusão entre aquilo que podemos chamar de "cabide de empregos", e os funcionários públicos de carreira. O poder judiciário do RS vive uma situação caótica, com número excessivo de processos e quadro reduzido de funcionários, achatamento salarial, falta de data base para reajuste, ferindo gravemente um direito garantido na constituição e servidores trabalhando de 10 à 12 horas diárias para dar vencimento no serviço. As perdas salariais se acumulam e a briga por reposição salarial é atacada por todos os meios dentro da administração com retaliações e também pelos menos informados que desconhecem a estrutura de um órgão como o judiciário. E essa realidade aplica-se também a diversos órgãos e entidades da adm pública, tornando-se excecões os casos de greve abusiva.

    Porto Alegre - RS - Brasil20/07/2012 | 11:12
  • Haraldo Stein 

    Discordo totalmente, será que o editor não sabe que o Servidor público tem direito constitucional fazer greve. Sugiro que o responsável pelo Editorial se informe melhor. Servidor também é trabalhador!

    Porto Alegre - RS - Brasil20/07/2012 | 11:10
  • Décio Antônio Damin 

    Concordo! A greve é um direito reivindicatório, mas o último a ser utilizado no impasse, e com as conseqüências inerentes.Não pode ser usado intempestiva e irresponsavelmente como temos visto.

    Porto Alegre - RS - Brasil20/07/2012 | 10:59
  • Fernanda Rosa 

    Discordo completamente do editorial: a greve é um direito em toda a sociedade democrática. Responsabilizar os servidores é um ataque aos direitos do trabalhador. As aulas serão recuperadas, sempre são. Os serviços essenciais, nunca param completamente de funcionar. Será que devemos voltar ao tempo da ditadura militar???

    Pelotas - RS - Brasil20/07/2012 | 09:46
  • Alexsandro Dallegrave 

    Discordo do editorial, a maioria dos trabalhadores de empresas privadas recebem o chamado dissídio, que bem ou mal, supre ao menos a inflação daquele determinado período. Enquanto o funcionário público só consegue aumentos salariais utilizando a ferramenta chamada greve. Não seria mais fácil a criação de uma data base para TODOS os funcionários públicos, e nesta data anual, incidir sobre o salário o mesmo índice aplicado ao salário mínimo. O povo tem que entender que não temos isso, e a única saída para reposição salarial é a greve. Sou funcionário público na UFRGS, já estou a dois anos sem aumento salarial e nada previsto para 2013, é justo? em 2010 meu plano de saúde custava 100,00 reais, hoje custa 143,00, isso é só um exemplo, como sabemos tudo aumenta, porém o salário é o mesmo ainda. Segundo o meu sindicato ASSUFRGS já foram 52 reuniões com o governo e nada, fica claro o descaso do governo, de induzir a greve para não negociar.

    Gravatai - RS - Brasil20/07/2012 | 09:45
  • Neiva Bervian 

    A greve é a última saída das categorias que não conseguem diálogo com o governo!!!

    Bento Gonçalves - RS - Brasil20/07/2012 | 08:57
  • Piero Christofer 

    Existem leis que definem a legalidade de uma greve. Logo, este editorial pretende que se mude uma lei. Acredito que existam leis que teriam maior urgência e utilidade em serem alteradas (a distribuição de impostos, a carga tributária, o código penal e até mesmo o pacto federativo). Não creio que um debate sobre corte de ponto de grevistas seja tão relevante para a nação quanto a existência das DRUs. É preciso priorizar as prioridades. Infelizmente isso também se aplica a quem quer vender jornal.

    Porto Alegre - RS - Brasil19/07/2012 | 22:53
  • Luiz Lied 

    Só uma coisa: já viu algum aumento ou melhoria do serviço público sem greve ou pressão? Então, a greve é e sempre será um meio de atingir como fim, a melhoria tanto salarial como dos serviços prestados, bem como da infraestrutura

    Porto Alegre - RS - Brasil19/07/2012 | 20:49

Siga os perfis de ZH no Twitter

  • zh_esportes

    zh_esportes

    zhEsportesInter mantém apenas três jogadores do time titular do Brasileirão de 2013 http://t.co/M2k5U5Z5Hz http://t.co/ZmmWpjAW9dhá 1 horaRetweet
  • zh_esportes

    zh_esportes

    zhEsportesGrêmio começa o Brasileirão com oito mudanças em relação à estreia de 2013 http://t.co/ifuH63a21p http://t.co/4M9PhR0xrrhá 2 horas Retweet
clicRBS
Nova busca - outros