Licença para alongar: -Enquanto estivermos vivendo, entre setores essenciais, partes da pirãmide Judiciária,e esta ruir, sobra a base! Há muita burocracia, nessas Áreas. Faltam Ações ágeis, porque o criminoso não espera! A Justiça é uma rosa, que se tornou opaca, suas pétalas endureceram! A haste sobrante, incolor, de plástico! Há muitos Processos, se estendendo demasiadamente!Autores falecem, herdeiros sucumbem! Quem recebe o tratamento? É o resultado ao Crack! Prevenções, nunca saíram à prática!É hora de adotarem "Paradigma próprio", pararem de copiar o estrangeiro! "A solução das causas está no CNJ".
Quintão - RS - Brasil03/02/2012 | 15:31Certamente, o único jeito de acabarmos com o maldito crack é a prevenção, pois não adianta apenas tratar os dependentes, mas sim, assegurarem-se de que não terão novos. Renan Camnboim Pereira 14 anos Estudante do 1°ano do Ensino Médio do Colégio João XXIII
Porto Alegre - RS - Brasil03/02/2012 | 12:49Concordo. Se o investimento na prevenção fosse maior, mais efetivo e célere, o estado não estaria investindo tantos recursos na criação de leitos. É necessário não olvidar-se, porém, que a mais importante prevenção ao uso de entorpecentes começa na família. Nesse sentido, a permissividade em alto grau, como muito se verifica hoje em dia entre os jovens, é um péssimo negócio.
Porto Alegre - RS - Brasil03/02/2012 | 12:47Concordo plenamente que um governo e políticas públicas deveriam atuar junto a segmentos sociais na prevenção do combate ao crack.
Marau - RS - Brasil03/02/2012 | 10:14Não concordo. A prevenção até pode ter seus benefícios, mas somente a atuação efetiva e forte do poder público, como o caso da cracolândia, é que pode ajudar os dependentes a serem forçados a saírem do vício. O Estado tem sim que proteger seus cidadãos, pelo seu próprio bem.
Esteio - RS - Brasil02/02/2012 | 23:28Sim. Prevenção significaria investir na juventude. Ela é a faixa etária mais difícil de assistir. Creches e escolas para as crianças, estabilidade social para os adultos e aposentadoria para os idosos são rotinas asseguradas de alguma forma e com razoável continuidade. Quanto tem sido gasto, porém, com a oferta de oportunidades não só de educação, como de inclusão social, acesso crescente ao mercado de trabalho, lazer sadio e cultura para os jovens? Quanto custam espaços de lazer, centros de atividades e programas de apoio não só para os dependentes quimicos como para toda a nova geração? Somos uma sociedade do salve-se quem puder e pouco temos a oferecer para nossos jovens além das benesses do nepotismo. Não raro, o jovem é visto como incômodo concorrente dos adultos. Receber os jovens de braços abertos é a maneira de o mundo adulto reafirmar suas escolhas e os caminhos sustentáveis da sociedade.
Brasília - DF - Brasil02/02/2012 | 23:16Concordo, com certeza será bem vinda a criação de novos leitos para dependentes químicos na rede pública, mas isso não mudara em nada a situação dos viciados no nosso país, sem que haja primeiramente a prevenção da sociedade, não podemos tratar um dependente como criminoso e sim como alguém que precisa da nossa ajuda!
Três de Maio - RS - Brasil02/02/2012 | 22:50Prevenir não é melhor do que remediar? Por que seria diferente com as drogas. Mas não sejamos hipócritas, dar a informação correta vale muito mais do que campanhas enganosas, pois cada droga é diferente da outra.
Porto Alegre - RS - Brasil02/02/2012 | 21:04"Prevenção" é a palavra mágica mas,no todo, inatingível!Nomes pomposos, exploração política, promessas vãs e recursos insuficientes, mais anunciados do que aportados, não resolverão todo o problema, pois não há solução completa. Lutemos, mas creiam, um paliativo já é uma grande vitória.
Porto Alegre - RS - Brasil02/02/2012 | 20:22Últimas
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