Nove pessoas foram presas por conexão com o atentado a jovem ativista paquistanesa Malala Yousafzai embora o principal suspeito permaneça foragido. A informação é da TV a cabo americana CNN.
De acordo com a CNN, o homem foi identificado pela polícia como Atta Ullah Khan, um estudante de química de 23 anos que morava no na região do Vale do Swat — um conhecido reduto do Talibã e mesma região da família de Malala.
Os oficiais prenderam a mãe, o irmão e a noiva do suspeito, embora a polícia tenha tenha dito que não são acusados de envolvimento no crime.
No dia 9 de outubro, Malala foi alvo de um ataque em Mingora, noroeste do Paquistão. A menina foi atingida por tiros no ombro e na cabeça. A adolescente foi transferida na segunda-feira a Birmingham (Grã-Bretanha), para um hospital que atende os soldados feridos no Afeganistão.
O ataque provocou uma grande comoção em todo o mundo e no Paquistão, onde um sentimento antitalibã foi registrado em várias regiões do país de mais de 180 milhões de habitantes, onde foi percebido um aumento do fundamentalismo religioso nos últimos anos.
O presidente paquistanês, Asif Ali Zardari, chegou a afirmar que os tiros disparados por extremistas talibãs contra a adolescente Malala representam "um ataque contra todas as meninas" do país.













