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Não deu praia06/02/2013 | 17h54

Com frio e vento na orla, salva-vidas de Capão da Canoa testam malha térmica como fardamento

Banhistas transformam cangas em cobertores para se proteger da ventania

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Com frio e vento na orla, salva-vidas de Capão da Canoa testam malha térmica como fardamento  Félix Zucco/Agencia RBS
Tarde perfeita para salva-vidas testar um novo fardamento: a malha térmica Foto: Félix Zucco / Agencia RBS

Outrora estendidas na areia para o banho de sol, cangas se transformaram em cobertores na beira da praia nesta quarta-feira. O tempo nublado e a ventania persistiram em Capão da Canoa, no Litoral Norte.

Breves aberturas de sol não foram suficientes para elevar a temperatura, que era de 23ºC às 16h. O tempo ruim para banhistas — ainda que um ou outro mais corajoso se arriscasse a tomar um banho de mar — serviu para que os salva-vidas estreassem um novo fardamento: a malha térmica.

De material semelhante às roupas usadas por surfistas, apropriado para manter o corpo aquecido, as malhas seguem o mesmo padrão de cores do uniforme da Operação Golfinho, inclusive com o logotipo aplicado.

— A malha vem para permitir uma ação mais rápida em dias de vento e frio, como hoje, pois perdemos menos tempo tirando o abrigo — explica o sargento Wilson Roberto Yansen Müller, 48 anos, salva-vidas há 27.

Se for aprovado pelo batalhão que atua na orla de Capão da Canoa, o novo uniforme será incluído no fardamento da Operação Golfinho a partir do próximo veraneio.

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