O fluxo abaixo do esperado surpreende até os mais experientes observadores do trânsito gaúcho. Em 25 anos lidando com trânsito na Brigada Militar, o coronel Carlos Magno Schwantz Oliveira, comandante do Comando Rodoviário da Brigada, se disse positivamente surpreso com o movimento de retorno.
— Por tudo aquilo que foi planejado, o fluxo surpreende, sim. Em contrapartida, todas as informações veiculadas e o congestionamento no primeiro do ano repercutiu entre os motoristas, que procuraram mudar o hábito de retorno e começaram a voltar já na segunda — pondera coronel.
Para Alessandro Castro, chefe de comunicação da Polícia Rodoviária Federal (PRF), a surpresa com o movimento só não é maior que a com o número de mortes no trânsito neste feriadão. As 31 mortes registradas até o momento não condizem com o fluxo tranquilo nas rodovias.
— As pessoas precisam se cuidar mais no trânsito. É muito triste registrarmos tantas mortes em um feriadão cujo tráfego esteve perto do ideal — lamenta Castro.












