Direito de resposta08/01/2013 | 16h38Atualizada em 08/01/2013 | 17h58

Justiça ouvirá prefeitura de Porto Alegre sobre anulação das permissões de táxi

Até o final de janeiro, será realizada uma audiência entre o Ministério Público do Trabalho e o paço municipal

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Justiça ouvirá prefeitura de Porto Alegre sobre anulação das permissões de táxi Jean Schwarz/Agencia RBS
MPT pede a nulidade das atuais permissões para a realização do serviço de táxi em Porto Alegre Foto: Jean Schwarz / Agencia RBS
Antes de julgar o pedido liminar da ação civil pública do Ministério Público do Trabalho (MPT) que pede o cancelamento das atuais permissões de táxis na Capital, a Justiça ouvirá a prefeitura sobre o pedido, que também quer a subsequente realização de licitações para concessão do serviço. O paço municipal e a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) terão um prazo para se manifestar.

A decisão é do juiz João Batista Vianna, titular da 18ª Vara do Trabalho da Capital, que encaminhou nesta terça-feira a análise da liminar na ação. Entre as medidas imediatas anteriores ao término do processo, o MPT exige que fique proibida a alteração de titularidade das permissões, o uso de procurações e a concessão do serviço pela prefeitura sem a realização de licitação.

Ainda nesta terça-feira, o processo será enviado ao MPT. Após a devolução dos autos à secretaria da Vara do Trabalho, será designada a audiência inicial, com a respectiva notificação às partes. O agendamento da audiência deve obedecer prazo mínimo de 20 dias, tempo que o Município tem para apresentar a contestação.


Enquanto a liminar não é julgada, o serviço funciona normalmente.

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