Os conselheiros do Tribunal de Contas do Estado (TCE) aprovaram, no início da tarde desta quarta-feira, a medida cautelar do Ministério Público de Contas (MPC), que pede a revisão do cálculo da tarifa dos ônibus de Porto Alegre. Enquanto isso, a prefeitura da Capital não poderá definir o valor da tarifa pela antiga metodologia, que incluía a frota reserva de veículos.
Esta decisão implica na possível queda no valor da tarifa técnica em cerca de 10%. A Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) ainda pode recorrer da decisão.
Na manhã desta quarta-feira, um grupo de aproximadamente 60 estudantes realizou um protesto pela redução da passagem de ônibus, manutenção do meio passe para estudantes e permanência da gratuidade para idosos.
Na terça-feira, o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari, afirmou que Porto Alegre não deverá seguir o exemplo de Canoas e Gravataí, municípios que reduziram em R$ 0,05 o valor das tarifas de ônibus.
Desde fevereiro, o Sindicato das Empresas de Ônibus (Seopa) pede reajuste das tarifas da Capital. O aumento reivindicado é de 15,8%, o que representaria um acréscimo de R$ 0,45 no valor das passagens, totalizando R$ 3,30. O principal argumento do sindicato é a queda no índice de passageiros pagantes por quilômetro rodado (IPK).












