Horas antes do inquérito da boate Kiss ser anunciado, o chefe da Polícia Civil, Ranolfo Viera Junior, encontrou-se com agentes na 1ª Delegacia de Polícia Civil para uma reunião. Na ocasião, Ranolfo agradeceu aos policiais pelos serviços prestados durante a investigação, que durou mais de 50 dias.
Segundo o delegado Marcos Vianna, um dos responsáveis da investigação, o chefe de Polícia parabenizou a equipe pelo trabalho nos bastidores da investigação.
Além dos agradecimentos, Ranolfo convidou os agentes para acompanhar a coletiva às 14h30min, no auditório Flavio Miguel Schneider, na UFSM.
Ainda nesta manhã, Ranolfo foi à Delegacia Regional, onde há um esquema de segurança feito pela Polícia Civil.
No prédio da Regional, está o inquérito com mais de 10 mil páginas.
VÍDEO: a homenagem aos filhos de Santa Maria
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Como aconteceu
O incêndio na boate Kiss, no centro de Santa Maria, começou entre 2h e 3h da madrugada de domingo, dia 27 de janeiro, quando a banda Gurizada Fandangueira, uma das atrações da noite, teria usado efeitos pirotécnicos durante a apresentação. O fogo teria iniciado na espuma do isolamento acústico, no teto da casa noturna.
Sem conseguir sair do estabelecimento, pelo menos 240 pessoas morreram e mais de 100 ficaram feridos.
A tragédia, que teve repercussão internacional, é considerada a maior da história do Rio Grande do Sul e o maior número de mortos nos últimos 50 anos no Brasil.
Em gráfico, entenda os eventos que originaram o fogo:
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