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Carnaval 201307/02/2013 | 12h06

Em meio a mais uma possível interdição, conheça o histórico de problemas do Complexo Cultural Porto Seco

Posicionamento do Ministério Público não é novidade, Sambódromo esteve interditado entre 2011 e 2012

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Inaugurado em 2004, o Complexo Cultural Porto Seco, palco dos desfiles de carnaval da Capital, é alvo de fiscalização constante do Ministério Público e de reclamações de carnavalescos. Poucos dias após o prefeito José Fortunati anunciar obras de reforma do complexo, um alerta do promotor público Fábio Roque Sbardelotto, às vésperas das festividades deste ano, coloca em xeque a estrutura disponível.

Confira o histórico dos problemas do sambódromo desde a inauguração:

2012
Parte da arquibancada foi interditada durante desfile do grupo principal, após parte de um degrau cair e deixar dois feridos, uma mulher de 21 anos e um garoto de 10. A estrutura, montada especialmente para o desfile, é composta de barras de alumínio e pranchas de madeira.

Em janeiro o Corpo de Bombeiros expediu o alvará, que possibilitou o fim da interdição do espaço no dia 10 de janeiro. O calendário do evento, ameaçado pela ação, foi mantido e o alvará renovado com validade até 5 de janeiro de 2013.

2011
Em dezembro, a Promotoria de Justiça de Defesa do Patrimônio Público de Porto Alegre pediu a interdição do Sambódromo e do Gasômetro por falta de Plano de Prevenção Contra Incêndio. Na época, a promotora responsável pela ação, Martha Weiss Jung, afirmou que o pedido era uma questão de segurança pública. O secretário municipal da Cultura, Sergius Gonzaga, na época afirmou que estavam sendo construídas paredes entre os barracões e, por isso, o PPCI ainda não havia sido produzido.

2009
Pouco antes do início da apuração dos resultados daquele ano, parte de um carro alegórico que estava sendo transportado por um caminhão nas proximidades do Sambódromo pegou fogo. O incêndio iniciou depois que o caminhão se chocou com fios de alta tensão.

2008
Insegurança
preocupava carnavalescos. Em setembro, o então presidente da Associação das Entidades Carnavalescas de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul (AECPARS), Ademir Moraes, reclamava que no as entidades passaram pelo menos quatro meses sem segurança no Complexo.

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