Não me surpreende a possibilidade de interdição do Porto Seco. Há uma semana, o presidente de uma de nossas escolas de samba me dizia, preocupado, que temia pelas condições de segurança contra incêndios, pois os hidrantes estavam desativados e deles não viria uma gota d'água em caso de necessidade extrema.
Outro me informava que estavam sendo revistos e repostos os extintores nos barracões. No passado, houve advertência, quase aconteceu a interdição, providências foram tomadas e aconteceram os desfiles. Não tenho os detalhes do que falta agora, mas ainda há tempo de realizarem os ajustes necessários, imagino. Em poucas horas se termina um carro alegórico, em minutos se compra extintores e mangueiras.
Caminhões com guarnições do Corpo de Bombeiros deslocados para o Sambódromo em vigília e atenção completariam muito bem as providências. Se ainda assim houver impedimentos, paciência, que se faça o que a lei mandar. O Ministério Público está fazendo o que lhe cabe.







