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Vistoria08/02/2013 | 12h42Atualizada em 08/02/2013 | 13h19

Após vistoria no Porto Seco, Bombeiros reúnem-se para apresentar parecer ao Ministério Público

Visita a barracões e estrutura provisória foi feita rapidamente no Sambódromo

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Duas equipes do Corpo de Bombeiros realizaram a vistoria que pode representar a liberação do Complexo do Porto Seco para o Carnaval de Porto Alegre, que inicia nesta noite. Segundo o capitão Eduardo Estevam Rodrigues, que comandou a inspeção nesta manhã, a partir das 13h será realizada uma reunião do corpo técnico dos Bombeiros e produzidos dois relatórios, um sobre os barracões e outro sobre a estrutura provisória.

Enquanto uma equipe fiscalizava os pavilhões, outra conferia as modificações para adequação da pista ao Plano de Proteção e Prevenção Contra Incêndio (PPCI). A vistoria não perdeu mais do que cinco minutos em cada barracão.

— Existe um esforço muito grande da prefeitura para cobrir as irregularidades. Há coisas pontuais para serem arrumadas — afirma o Capitão.

Durante a vistoria, Estevam fotografou o tudo que via e insistiu com problemas nas escadarias montadas ao longo da pista. Em uma delas, um dos organizadores do evento acabou caindo, sem graves danos, ao tentar demonstrar a segurança da estrutura.

— São pequenos detalhes que faltavam, pelo que estamos vendo fizeram tudo de ontem para hoje. A única coisa que está faltando, mas eles estão resolvendo, são os extintores de incêndio, que alguns estavam vazios — tenente Miguel ribeiro, que participa da ação.



Quanto ao principal problema apontado pelos relatórios dos bombeiros, o presidente da Associação das Entidades Carnavalescas de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul, Victor Hugo Amaro.

— O recarregamento dos extintores está sendo feito, não é que as escolas não tenham extintores, mas acontece que eles foram utilizados durante a confecção dos carros — afirma Amaro.

Em boa parte dos pavilhões os alarmes dos barracões foram testados e, ao longo da vistoria, os bombeiros davam dicas aos presidentes das agremiações sobre como procederem em caso de sinistros e como utilizarem os equipamentos da forma correta.

— Passamos a noite fazendo pequenos reparos. Acreditamos que inclusive os barracões possam ser liberados — salientou Amaro.

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