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Controle maior28/01/2013 | 17h11

Prefeitura publica medida para limitar procurações de táxi em Porto Alegre

EPTC redigiu resolução que estabelece apenas uma procuração por prefixo de táxi na Capital

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Prefeitura publica medida para limitar procurações de táxi em Porto Alegre Ronaldo Bernardi/Agencia RBS
Cobrança desestimula que veículos rodem sem passageiros Foto: Ronaldo Bernardi / Agencia RBS

Após um ano e meio de denúncias publicadas pelo jornal Zero Hora denunciarem a farra das licenças de táxi em Porto Alegre, a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) publicou uma resolução que coloca o limite de um procurador de táxi por prefixo. Matéria veiculada na edição dominical do jornal apontou que irregularidades no serviço de táxi permanecem.

Relembre a série da Farra das Licenças:

> Placas de táxi podem custar até R$ 430 mil no mercado ilegal de Porto Alegre

> "Barão das Placas" controla uma frota de 30 táxis irregulares em Porto Alegre

> Áudio: ouça a negociação feita por ZH para a compra de placas de táxi

A resolução 02 de 2013 também define que o procurador somente será aceito em caso comprovado de impossibilidade de comparecimento do permissionário original à empresa. Segundo Marcelo Soletti, chefe de gabinete da direção da EPTC, será aceito apenas um procurador por táxi e um táxi por procurador, de modo a estancar o comércio ilegal de procurações.

Segundo levantamento da EPTC, foram identificados 49 procuradores para 280 veículos. Ao todo, foram abertos processos administrativos contra 329 pessoas. Para Vanderlei Cappellari, diretor da EPTC, as investigações devem se encerrar até abril.

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