Uma representante da Organização Nações Unidas (ONU) conheceu a ala gay do Presídio Central, em Porto Alegre, nesta tarde. A assessora do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) para HIV/Aids, Ângela Pires, afirmou que a iniciativa faz falta no sistema prisional brasileiro.
— Garantir a identidade de gênero faz com que estas pessoas tenham acesso a condições de vida mais dignas. Por isso, é de muito interesse para o Pnud — disse a assessora.
Depois da visita ao Central, a administradora-adjunta do Pnud e subsecretária-geral da ONU, a costa-riquenha Rebeca Grynspan, uniu-se à comitiva e visitou o Centro de Saúde Modelo, que integra a Estratégia de Saúde da Família (ESF), no bairro Santana. O centro é um exemplo de locais apoiados pela iniciativa HIV e as Cidades, de parceria do Pnud com municípios para o desenvolvimento e implementação de novas políticas e programas municipais para o HIV junto a populações vulneráveis ao vírus.
Rebeca acompanhou a realização de teste rápido para HIV e Sífilis e conheceu as dependências do centro de saúde, um dos mais antigos da cidade.









