O baixo nível das águas do Rio dos Sinos, somado a grande quantidade de lixo e carga orgânica despejados diariamente, levaram os níveis de oxigênio na água a chegarem próximos de zero nesta terça-feira.
Um barco do Instituto Martin Pescador percorreu a extensão do Sinos entre Novo Hamburgo e São Leopoldo. Abaixo do ponto onde o arroio João Correa deságua no rio, perto de Sapucaia do Sul, algumas medições constataram a ausência de oxigênio na água.
— Essa é uma situação que coloca em risco a vida dos peixes dos Sinos. Sempre que o nível da água está baixo, a ação do que é despejado no rio é mais nociva — afirma o gestor ambiental do Instituto Martin Pescador, Lincoln Czerwinski.
Pela extensão do Sinos, era possível ver galhos, e animais mortos, como um cavalo. Em alguns pontos já aparecem os primeiros peixes mortos, mas ainda em pequena quantidade.








