Após mais de cinco anos, foi marcado o julgamento dos acusados de serem os responsáveis pelo acidente com um avião da companhia aérea TAM, no aeroporto de Congonhas, em 2007.
Para Dario Scott, presidente Associação dos Familiares e Amigos das Vítimas do Vôo TAMJJ3054 (Afavitam), o andamento da ação dá indícios de que não haverá impunidade no processo.
— Isso foi um alento ao familiares das vítimas, mostrar que o trabalho e a investigação feita estão muito bem embasados. Esses réus vão ter que resopnder ao processo criminal, o que indica que não teremos impunidade neste processo — afirmou Scott, que perdeu a filha Taís Volpi Scott, 14 anos.
A expectativa de que o julagmento ocorra no próximo ano, para Roberto Corrêa Gomes, assessor de imprensa voluntário da Afavitam, é um presente aos familiares.
— A não suspensão do processo, "prá" nós é muito importante. É quase um presente do natal! A atitude deste juiz é um exemplo de cidadania — comentou o assessor, que pedeu o irmão Mário Gomes no acidente.
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Veja a reconstituição dos minutos entre o acidente e a divulgação das vítimas
Procurada pela reportagem, a companhia aérea disse que não vai se manifestar com o processo em andamento.
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Se condenados, Denise, Fajerman e Castro podem pegar de um a três anos de detenção, caso o juiz entenda que o crime foi culposo (sem intenção). Mas se a Justiça levar em consideração a destruição completa da aeronave — e o número de mortos —, a pena pode variar entre quatro e 12 anos.













