Depois de uma perícia realizada na terça-feira no Clube Gaúcho, em Santo Ângelo, onde morreu com um choque elétrico o cantor Enio Knak Júnior na madrugada de domingo, o local foi liberado. De lá puderam ser retirados os equipamentos, instrumentos musicais utilizados durante no show daquela noite. O local havia sido lacrado logo após o incidente.
Segundo o delegado Heleno dos Santos, o laudo da perícia deve ser divulgado em 10 dias. O trabalho da Polícia Civil agora é ouvir integrantes da banda, funcionários do clube para apurar de quem era a responsabilidade pela instalação elétrica. A investigação deve ser concluída em 30 dias.
Júnior se apresentava ao lado do irmão Marcel, com quem formava uma dupla sertaneja. Eles tocavam com a banda Ghermânia num baile de carnaval nas Missões quando o músico sofreu um choque elétrico.
Nas redes sociais, fãs e amigos prestam homenagens e deixam mensagens de conforto à família.
Em entrevista coletiva na tarde desta quarta, concedida no clube onde ocorreu a tragédia , o pai da dupla, Enio Knak, afirmou que a instalação dos equipamentos para os shows era feita pela família e pelos integrantes da banda. Ele e o filho Marcel isentaram o Clube Gaúcho de qualquer responsabilidade na morte de Júnior.
— Temos uma estrutura familiar, sempre trabalhamos assim. Se há algum culpado em relação a isso, fora Deus, sou eu — disse.













