A ave encontrada por Zero Hora, morta no ponto em que aconteceu maior derrame de óleo em Tramandaí, não morreu em decorrência do petróleo. É o que informa Maurício Tavares, biólogo do Centro de Estudos Costeiros, Limnológicos e Marinhos, Instituto de Biociências, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ceclimar), para onde foi levado o animal. Ele foi levado para análise por repórteres de ZH, pois aparentava ter morrido em decorrência do desastre ambiental com vazamento de óleo em monoboia da Transpetro.
A ave é um talhamar, espécie comum nas regiões costeiras. Conforme Tavares, as partes negras da plumagem (que chamaram a atenção de Zero Hora, ao localizar o animal), fazem parte da coloração da ave. Ele diz que será realizada necropsia, mas acredita que o talhamar tenha morrido de causas naturais, sem relação com o incidente do óleo.
O Ceclimar está realizando novos monitoramentos, para verificar o impacto sobre a fauna marinha.
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