Anunciado ontem pela seção gaúcha do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), foi elaborado pelo arquiteto Rodrigo Troyano, 35 anos.
Antes e depois: veja como deve ficar a ciclovia
Vencedor do concurso para o projeto do guard-rail da ciclovia da Ipiranga destaca que os arquitetos desejam maior participação nas obras da Capital. Formado há 10 anos, diz que a cidade se beneficia quando a população se mobiliza.
Zero Hora – Qual o seu motivo em participar do concurso?
Rodrigo Troyano – É importante que os arquitetos participem das obras da cidade. Pena que foi em tempo recorde e em um período de férias, o que deixou inúmeros arquitetos fora da seleção. Mesmo assim, houve 37 projetos. Os arquitetos querem participar das escolhas da cidade.
ZH – Os arquitetos estão atuando nas decisões urbanas da Capital?
Troyano – Parece que tem um entrave. Mas, agora, a EPTC e o IAB foram facilitadores, e isso deveria marcar o início de uma série de concursos públicos para projetos. E não se pode esquecer de todos os profissionais que podem contribuir, como engenheiros, designers e outros.
ZH – O concurso para projetos urbanísticos está previsto em lei. Por que não é realizado com frequência?
Troyano – No momento, há várias obras em andamento na cidade, até em função da Copa do Mundo. Poderia se abrir até concurso público internacional para grandes obras, como o teatro da Ospa. Os arquitetos gaúchos certamente participariam. Todos sairiam ganhando.
ZH – O que a cidade ganha quando especialistas elaboram as obras?
Troyano – Arquitetos, engenheiros e designers são treinados para isso. Mas acabam fazendo muita coisa privada. Poderiam ser chamados também para os projetos públicos. É lógico que a cidade só tem a ganhar.












