Frente a frente29/11/2011 | 10h04Atualizada em 29/11/2011 | 13h53

Reunião entre governo e Cpers para tratar rumos da greve termina sem acordo

Ao deixar a reunião, categoria disse que não recebeu proposta

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Reunião entre governo e Cpers para tratar rumos da greve termina sem acordo Ricardo Duarte/Agencia RBS
Categoria deixou a reunião afirmando que não recebeu proposta Foto: Ricardo Duarte / Agencia RBS
Não teve sucesso a tentativa de acordo entre o governo estadual e o Cpers para pôr fim à greve do magistério na manhã desta terça-feira. Cerca de meia hora após o início do encontro, representantes da categoria deixaram a reunião sem dar fim às tratativas. 

— O governo não tinha nenhuma proposta para apresentar para o Cpers — afirmou a presidente do sindicato, Rejane de Oliveira, ao deixar o encontro.

A ideia da administração estadual era ouvir os argumentos do sindicato em relação ao controverso projeto de mudança do Ensino Médio nas escolas públicas gaúchas. Após a reunião, o secretário da Educação, José Clovis de Azevedo, voltou a afirmar que a negociação só será retomada após o fim da paralisação.

Para o sindicato, a postura do governo é desrespeitosa:

— Não vamos aceitar condicionante. Quem decide quando começa e quando termina a greve é a categoria — sentenciou Rejane.

A secretária-adjunta da Educação, Maria Eulália Nascimento, adiantou que o governo reunirá a Casa Civil e a secretaria da Fazenda para discutir o cronograma de pagamento do piso nacional nos próximos anos. Ela entende que o Cpers abriu uma pequena brecha para avançar nas tratativas.

O sindicato reunirá o comando de greve para definir os próximos passos da mobilização. De acordo com a Secretaria da Educação, o movimento permanece com baixa adesão dos professores nas escolas.

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Comentar esta matéria Comentários (10)

Cibele

VERGONHA DESSE GOBVERNO! INDIGNAÇÂO TARSO GENRO! PROFESSORES SE UNAM E LUTEM POR UM SALÁRIO DIGNO. ATÉ QD O MAGISTÉRIO VAI AGUENTAR ESSE DESCASO? A HORA É AGORA! ALUNOS E PROFESSORES UNIDOS POR UMA EDUCAÇÃO DECENTE.

30/11/2011 | 15h24 Denunciar

andre

uma greve ridicula, onde um sindicato ja corrompido pelos anos de filiacao a cut enchendo os cofres da cut partidarizaram o sindicato com o que tem de pior nos partidos politicos somados a loucura a arrogancia e a ignorancia, temos um sindicato onde 2 mil decidem pelos mais de 75 mil filiados

29/11/2011 | 21h29 Denunciar

ROGERIA TEIXEIRA DA ROSA

o que falta para você professor se indignar e enganjar na luta ou está bom assim...

29/11/2011 | 19h51 Denunciar

Francisco Fragoso

São justas as reivindicações dos professores. O que sempre atrapalhou o CPERS foi seu histórico alinhamento partidário. Deixa de representar uma considerável parcela e perde apoio na hora de reafirmar demandas.

29/11/2011 | 19h04 Denunciar

bento jose

Os governos são todos eguais. O discurço de mudansa,as reformas os melhores salrios,os projetos para a educação,melhorar o salario do pro- fessor tudo isso é uma farça. Depois de eleito eles fazem a mesma coisa que o governo anterior fez. Enganar e mentir

29/11/2011 | 17h13 Denunciar

Yeda Partichelli

Boa tarde! Referente aos professores. Sou Terapeuta metafísica e Professora de Neo-Humanismo, sempre que tenho tempo procuro me doar com trabalho voluntario nas escolas e instituições em geral. Percebo que o governo do RS arrasta o corpo docente e discente com olhos vendados!..INFELIZMENTE!!!

29/11/2011 | 15h38 Denunciar

laerte bechuetti

Lucia Camini, Mariza Abreu, José Clóvis, Maria Eulália, etc.quando representantes do CPERS, "subiam nas mesas" lutando pelos nossos direitos, o que sempre faltava era vontade política para os governos efetuarem o pagamento. Mudaram de lado e agora são contra o magistério. Que faz um cargo! boa meu!

29/11/2011 | 14h40 Denunciar

paulo

A que ponto chega a Sociedade Gaúcha com seus dois maiores ícones de Classe e Formação. O Magistério e o Governo, que deveriam dar o exemplo à esta juventude perdida, de união,Paz e Concórdia, para seguir o rumo do Crescimento Moral, apenas demonstram ao povo o tamanho de seu Egoismo...

29/11/2011 | 12h01 Denunciar

emir prietto

Sabe o que é uma vergonha!!é por simples INTRANSIGÊNCIA SINDICAL!!! no momento que temos um governo eleito pelos trabalhadores esse confronto INFANTIL colocando tudo por agua abaixo...acredito na politica , mas agora tem que ser INTELIGENTE... ficar marcado pela intransigência não é nada bom!!

29/11/2011 | 11h46 Denunciar

paulo sergio barros

sou policial militar e estou do lado do magisterio e uma vergonha esse governo dito popular nao querer pagar o piso nacional que ja nao e muito e quer aumentar os salarios dos fazendarios para quem chamava os outros governos de neo liberal ele e o que mesmo

29/11/2011 | 10h31 Denunciar

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