Opinião26/11/2012 | 08h31

Diogo Olivier: Onde está toda a diferença para o Gre-Nal

Para o colunista de ZH, Grêmio entra como favorito no clássico 394

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Não sou Mãe Diná para prever quem vai ganhar o Gre-Nal. Ainda mais em um contexto como o do próximo domingo, tão cheio de ingredientes emocionais, oferecidos pela despedida do Olímpico.

Só que não gosto de muro nestas horas. Confio na inteligência dos leitores para identificar com nitidez a diferença entre apontar um favorito e afirmar quem será o vencedor. Favoritos ganham (a Espanha, na Copa de 2010 e na Euro deste ano) e perdem (Holanda na Copa de 1974, o Barça contra a Chelsea na Liga dos Campeões).

Mas um sempre chega melhor do que o outro em grandes jogos e clássicos.

Raras vezes a igualdade de momento é tão espessa que nos impede de apontar um favorito. Para este Gre-Nal, claramente quem está nesta situação de superioridade é o Grêmio. E nem é preciso citar como argumentos a rodada de ontem ou a diferença de 19 pontos na tabela.

A superioridade está no treinador.

O técnico do Inter é o iniciante Osmar Loss, um interino que nunca se sobressai quando é chamado. O do Grêmio é o consagrado Luxemburgo. O Inter do técnico iniciante pode até vencer, como tantas vezes o não-favorito venceu, mas o favorito do Gre-Nal é o Grêmio do treinador consagrado.

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