Sete pontos separam o Grêmio do maior objetivo em 2009 - a vaga na Copa Libertadores. É muito difícil, praticamente impossível, chegar ao G-4 faltando cinco partidas para o fim do Brasileirão, ainda mais se for levado em conta o aproveitamento do Tricolor na competição. No entanto, os jogadores mantêm o discurso, principalmente quando o confronto é em casa. O time recebe o vice-líder São Paulo, às 21h50min desta quarta, no Olímpico, na abertura da 34ª rodada. A meta é segurar a equipe paulista no território invicto do estádio gremista. Um resultado positivo ajudará o coirmão Inter, que ainda sonha com o título e briga por lugar entre os quatro.
O atacante Maxi López, recuperado de lesão no pé, promete não aliviar e espera contar com o apoio da torcida.
– Amanhã vamos precisar do torcedor aqui no Olímpico, e o Grêmio tem que vencer, somos profissionais. Acho que ainda dá, mas é difícil. A gente tem que acreditar. Temos um time que tem qualidade para estar no G4 – comentou.
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Se vencer, o Grêmio irá a 50 pontos, mas permanecerá na sétima posição - o Cruzeiro é sexto com 51. O Inter, que é quinto com 52 pontos, aguarda por um tropeço do São Paulo. Até o técnico Mário Sérgio admitiu que torcerá pelo time do Olímpico.
– Vou ter de torcer para o Grêmio, lógico. Para mim, não existe rivalidade. Sou profissional. Estou no Inter e já estive no Grêmio. Enquanto estiver aqui, sou só Inter – disse o treinador.
Em tempos de mala branca, a direção gremista refuta qualquer incentivo de outras equipes - o zagueiro Rafael Marques foi repreendido por dizer que aceitaria dinheiro.
A equipe de Ricardo Gomes chega à liderança até com um empate. Se ganhar, irá a 61 pontos, abrindo três de vantagem para o Palmeiras de Muricy Ramalho. Para o goleiro e capitão Rogério Ceni, uma vitória no Olímpico significará muito mais para o Tricolor paulista:
– É lógico que os três pontos são o que mais importa neste momento, pelo equilíbrio na tabela e também por faltar poucos jogos. Mas uma vitória sobre o Grêmio em seu estádio, por tudo que representa, ainda mais com eles invictos em casa, vai trazer muito mais que os pontos, mas uma condição psicológica fantástica para o decorrer da competição – ressaltou.












