09/02/2008 | 19h13

Roger desabafa contra os críticos

Meia fica satisfeito com seu desempenho na estréia pelo Grêmio

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Roger desabafa contra os críticos Ricardo Duarte/
No Grêmio, Roger quer voltar a brilhar Foto: Ricardo Duarte

Satisfeito com sua estréia com a camisa do Grêmio na vitória por 2 a 0 sobre o Novo Hamburgo neste sábado, o meia Roger desabafou contra os seus críticos durante a entrevista coletiva. Questionado sobre como recebia as críticas vindas da imprensa do eixo Rio-São Paulo, que não acredita em sua recuperação, o jogador foi irônico.

– Eu costumo fazer o meu trabalho sem escutar muitas críticas ou elogios. Quando se joga em time grande, os elogios são mais do que os necessários quando você vai bem e as críticas são muito pesadss quando se perde. Até porque, não tem muita gente que entende de futebol falando nas televisões. Nunca fizeram nada pelo futebol e se acham os intelectuais da bola – disparou. 

O meia gostou do seu rendimento pessoal na estréia com a camisa do Grêmio, mas preferiu destacar a movimentação do time como um todo e os três pontos conquistados.

– Foi satisfatória a estréia. É lógico que as dificuldades que eu falei antes foram encontradas, como marcação individual, chegadas mais duras, mas nada que atrapalhasse uma estréia boa. O time se movimentou bem e matou o jogo logo no início da partida. Foi bom o resultado, e isso é o que importa – disse Roger. 

O meia disse ainda que não terá dificuldades de se adaptar ao estilo do futebol gaúcho, considerado de mais força física.

– É um futebol novo, um estilo diferente do que eu era acostumado. Mas nada que eu não possa me adaptar rápido. Eles (os marcadores) não são desleais, não jogam para machucar. São mais viris, mais duros, mas que nada que interfira no meu rendimento – garantiu. 

O novo camisa 10 do Grêmio tratou também de afastar o rótulo de celebridade e disse que é apenas mais uma peça no elenco à disposição do técnico Vagner Mancini.

– O Mancini tem que escalar o Grêmio de acordo com o que ele acha melhor para fazer um time competitivo. E eu sou apenas mais uma peça que está aí para colaborar. Se ele achar que eu no time faz o Grêmio melhor, estou disposto a ajudar. Se ele achar de outra forma, a gente se sacrifica também e não tem problema nenhum.

RÁDIO GAÚCHA

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