O presidente do Grêmio Fábio Koff admitiu na tarde desta quinta-feira, em entrevista coletiva, que a avalanche, comemoração que ocorre nos gols da equipe, possa ser extinta. Basta que as autoridades da área de segurança pública façam a recomendação, explicou o dirigente.
Na quarta-feira, a grade de proteção do setor de arquibancadas cedeu logo após o gol de Elano. Dezenas de torcedores caíram no fosso e pelo menos sete precisaram de atendimento médico em hospitais.
– Se essa for a determinação dos órgãos de segurança, evidentemente que ela pode acabar – disse Koff.
Questionado sobre a entrevista em que o secretário da Segurança Púlbica Airton Michels recomendava a interdição de toda a Arena, e não apenas do setor de arquibancadas, o presidente da Grêmio Emrpeendimentos Eduardo Antonini (à esqueda) deixou claro que todas as recomendações serão atendidas.
– Vamos acatar a decisão das autoridades para garantir 100% de segurança. O que for definido será acatado. Só estamos tentando demonstrar a importância da manutenção da área popular – afirmou.
Eduardo Pinto, presidente da Arena Porto-Alegrense, empresa gestora do estádio, assegura que não houve negligência na utilização do material que serve de parapeito. Ele disse ter visto imagens de torcedores que se equilibravam sobre a grade. Entende que isso pode ter colaborado para que ela cedesse.
– Uma empresa especializada realizou todo o estudo técnico. Foram feitos cálculos e recálculos do peso do guard rail. Houve um acidente. Não tenho conhecimento de que se tenha utilizado material inadequado. Não existe isso dentro da Arena. Tudo foi construído conforme o planejado – resssaltou Pinto (na foto, à direita).













