No jogo deste domingo, contra o São Luiz, em Ijuí, às 16h, o time do Inter espera um confronto duro. Com um gramado menor que os jogadores colorados estão acostumados, a arma é aproveitar as bolas paradas.
D'Alessandro afirma que por mais que seja uma final de turno, é o primeiro objetivo do Inter na temporada. O meia argentino ainda falou sobre o que espera dessa final contra o time de Ijuí.
— É um jogo complicado, difícil. É uma final, a gente sabe que não define o campeonato, mas sim o primeiro turno, que é o objetivo que o Inter tem a cumprir e vamos fazer tudo para voltar de Ijuí com uma vitória — garantiu.
A arbitragem foi outro assunto que D'Alessandro pediu atenção. O que é notório nesse últimos jogos do Inter, é que o meia do Inter sofre uma espécie de rodízio de faltas dos adversários. Sobre isso D'Ale pediu um árbitro consciente e à altura de uma final.
— Eu só quero pedir que o árbitro apite bem, que saiba controlar o jogo, o tamanho do campo é diferente, é uma final fora, a gente sabe que vamos jogar contra uma equipe que vai ser uma final do mundo para eles. Temos que entrar da mesma maneira, vai ser um jogo pegado, chato, duro, que quem apitar tenha essa consciência e esteja à altura de uma final — pediu.
Nos treinamentos coletivos, o técnico Dunga para o treino diversas vezes para ensaiar jogadas de bola parada, tanto ofensivas quanto defensivas. D'Alessandro afirma que isso sempre é trabalhado, e que principalmente nesse jogo pode ser o diferencial para sair com a vitória.
— Trabalhamos sempre, o futebol hoje é muito competitivo, às vezes os jogos são muito fechados e sabemos que a bola parada pode definir a vitória. São Luiz tem uma bola parada boa, e eles aproveitam o tamanho campo e qualquer faltinha perto da área eles tentam aproveitar. Vamos ter que cuida isso, vamos nos concentrar bem, temos que caprichar na bola ofensiva quanto na marcação na bola defensiva — afirmou D'Ale, pedindo atenção.
A maioria dos torcedores acreditam que a responsabilidade de sair com a vitória é do Inter. D'Alessandro concorda em parte, pois crê que o grupo colorado tem maior favoritismo, mas não o total. O argentino explicou como o Inter terá que jogar para sair com a vitória.
— Toda (responsabilidade) não, mas maior parte, a gente tem que reconhecer sem desmerecer o adversário, a nossa base do nosso trabalho esse ano foi a humildade. A gente respeitou todos os adversários e não vai ser diferente na final. Nossa responsabilidade é muito grande, um clube do tamanho do Inter, não pode deixar nada de lado. Nós vamos com muita dedicação vamos ter que correr, marcar, jogar para mostrar essa responsabilidade dentro do campo.
Sobre a seleção argentina, D'Alessandro afirma que isso sempre está na cabeça dele. A única convocação que ele teve com o atual técnico Alejandro Sabella, não conseguiu se apresentar por causa de uma lesão. Porém, D'Ale que continuará trabalhando bem para ser lembrado.
— O plano de voltar a seleção sempre, o sonho está na minha cabeça, é uma consequência do meu trabalho e vou continuar trabalhando. Já fiz parte da seleção e gostaria de ter essa chance de novo, tomara que continue assim, e vai chegar essa chance sempre que eu continue trabalhando bem no clube e de o meu melhor para que o treinador confie em mim — finalizou.









