Dunga sentará no banco dos réus nesta quinta-feira. O treinador do Inter será julgado, às 17h30min, por causa da sua expulsão na partida diante do Esportivo, na semifinal da Taça Piratini. A punição varia entre uma e 12 partidas.
Quem irá defender o técnico é o advogado Rogério Pastl. Em entrevista para a Rádio Gaúcha, ele afirma que as atitudes do comandante não foram suficientes para resultar em expulsão, muito menos a linguagem utilizada.
— O que vai se levar para o julgamento são as circunstâncias que ele foi expulso. A atitude não representou capacidade de exclusão da partida. As palavras que ele utilizou, dentro do que é usado no futebol, que é diferente de um tribunal, se mostraram adequadas para o momento. Foi uma reação para uma não marcação de falta — afirmou.
Dunga alegou que os árbitros haviam feito uma reunião antes do jogo e que ele estaria "marcado" para ser expulso no dia da partida. Uma fonte o teria alertado. O nome desta pessoa será mantido em sigilo, revelado somente no momento do julgamento.
— Nós temos nosso material de defesa, e nos permitimos não revelar isso. Vamos deixar para a sessão de julgamento, quando vamos efetivamente tratar — garantiu.
Como o Inter treina na tarde desta quinta, às 16h, a presença de Dunga no tribunal ainda é incerta.
— Estamos definindo. Neste momento eu não saberia dizer se ele estará presente ou não — concluiu.













