Para a história, o Inter venceu o Grêmio, não importa se o time tricolor era de reservas ou não. Assim, Dunga respondeu aos questionamentos sobre a opção do rival de poupar titulares no Gre-Nal 395, vencido por seus comandados por 2 a 1.
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— A maioria desses jogadores (do Grêmio) já jogaram no time principal. Nós vencemos o Grêmio, não o time B. A responsabilidade era nossa e tínhamos que fazer o nosso jogo, independente de nosso adversário. Fazer o ritmo e as nossas jogadas — destacou. — Daqui a quatro ou cinco dias, não vai se colocar que foi o Gre-Nal do time B. O Léo Gago jogou, o Werley, o Fernando, jogadores experientes. Não tem que se preocupar muito com o adversário. Você tem que trabalhar para melhorar o seu time — completou.
Dunga aproveitou para exaltar a postura apresentada por sua equipe. Para o técnico, os jogadores estão recuperando a identidade que sempre caracterizou o clube:
— Sem dúvida, o Inter está adquirindo o espírito que todos conhecem. Um time pegador, mas que sabe jogar quando tem a bola. A tendência é de que o time cresça com o trabalho.
Confira outros trechos da entrevista de Dunga:
Melhora do Grêmio no segundo tempo:
"Em 90 minutos, você não consegue dominar totalmente a partida. O Inter jogou muito bem o primeiro tempo e estava melhor no segundo tempo. O Grêmio melhorou depois de fazer o gol. Aí você tem que ter a humildade de marcar. Depois, o Inter voltou a dominar".
Forlán e Damião:
"O Forlán é um jogador de movimentação, com inteligência e leitura de jogo muito rápidas. O meio-campo tem que pensar muito rápido para abastecer ele. O Damião é um jogador que se a bola chegar na área, ele coloca para dentro. Estamos tentando imprimir mais movimentação nele, fazer que ele entenda que quanto mais ele se movimentar, mais difícil vai ser para marcá-lo".
Tranquilidade com a vitória:
"Ganhar sempre é bom, ainda mais de um rival. Era uma partida importante, logo no segundo jogo do campeonato. Não estamos nas condições ideais, mas ganhar sempre traz tranquilidade para trabalhar".
Base x Alternativas:
"A tendência é manter uma base. Como vão ter partidas e viagens, vamos ter que alternar em algum momento. A gente está buscando várias opções, mas com o time sempre jogando da mesma forma. O time tem que pegar e ser brigador".
Ansiedade para o clássico:
"Tranquilo. Você tem a ansiedade que chegue o dia do jogo. Mas tem que ter confiança no trabalho. Estamos reorganizando, não só dentro, como fora de campo. O presidente e os diretores estão dando total respaldo".













