Dunga reconheceu, após o empate em 0 a 0 com o Novo Hamburgo que marcou seu primeiro jogo no comando do Inter, que a equipe ainda tem a evoluir. Ficou satisfeito, porém, com o espírito de entrega e concentração de seus comandados. Para sanar os problemas apresentados no início de seu trabalho, o treinador disse que mexerá o mínimo possível no time em busca de entrosamento.
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— Foi bom, muitas das coisas que a gente tinha treinado saíram. Todos estavam focados e concentrados. Agora nós quebramos a ansiedade da estreia e a tendência é melhorar — disse o treinador.
— Em uma preparação, teria que se dar o tempo de dois ou três amistosos. Aqui você tem que ver já em jogos oficiais. Você não pode fazer mudanças ou experiências. Tem que tentar mexer o mínimo possível, para buscar o entrosamento — completou.
O técnico não escapou de questionamentos sobre o clássico do próximo final de semana. Dunga fez elogios ao Grêmio e destacou a forte rivalidade que sempre cerca o Gre-Nal:
— (O Grêmio) É uma equipe entrosada, com jogadores que têm uma boa leitura da partida. Tem uma bola parada muito forte com o Elano. Também a experiência do Zé Roberto. Gre-Nal é Gre-Nal, independentemente de qualquer jogo que aconteça antes ou depois. É um campeonato só. Grêmio e Inter têm essa grande rivalidade.
Desde que assumiu o Inter, Dunga tem destacado a importância de D'Alessandro para a equipe. O treinador voltou a elogiar o meia, mas lembrou que seus companheiros precisam ajudá-lo a organizar a equipe.
— Ter um jogador da qualidade do D'Alessandro faz bem a qualquer equipe. O time também não pode esperar que ele resolva tudo. Tinha momentos que ele estava muito marcado e outros jogadores apareceram. Temos que criar alternativas. Ele é uma referência da equipe, mas todos têm que estar prontos para ajudá-los — concluiu.









