Com 64 cadeiras no Conselho a partir da eleição deste sábado, os dois principais integrantes da chapa 2, Luiz Antonio Lopes e Vitorio Piffero já se manifestaram para assegurar que a próxima eleição presidencial não seja decidida como o pleito do dia 8 de novembro de 2012, sem que o associado pudesse se manifestar.
— Foi uma ótima vitória. E vou repetir: o presidente Giovanni tem de ler a derrota da Chapa 1 como um alerta de que a torcida não está satisfeita. E ele como presidente tem que ter a torcida satisfeita, uma vez que ela votou em sua maioria na oposição — comemorou Vitorio Piffero.
Defendendo que o percentual de 15% dos votos válidos é o índice suficiente para que os candidatos ao cargo diretivo do clube tenham direito de ser votados, Lopes acredita que teria sido eleito o presidente do Inter caso o associado tivesse participado do pleito.
— Fica claro que ganharíamos a eleição no voto do sócio. O que fica ruim é a participação do associado, que foi reduzida pelo fato de não haver disputa presidencial. Pretendemos encaminhar a mudança no Conselho e, em 2014, a participação será muito expressiva — avalia.
Piffero também salientou que, agora com uma maior representatividade de conselheiros de oposição nos quadros do Conselho Deliberativo do clube, a meta é trabalhar para que o associado sempre dê a última palavra na hora da eleição.
— A cláusula de barreira é uma das nossas bandeiras para que o Inter consiga levar a eleição para presidente sempre para o sócio, pois é ele quem tem que definir quem estará à frente do clube. Queremos que o associado sempre tenha a última palavra em relação a isso.













