Atual 2º vice-presidente do Inter, eleito em 2010, ao lado do presidente Giovanni Luigi, Dannie Dubin foi um dos integrantes da Chapa 1, da situação, que não renovou sua cadeira no Conselho Deliberativo. Formado em Direito e pós-graduado em Marketing, já foi vice-presidente de Marketing em duas gestões (2000/2001 e 2006/2007).
"Obrigado aos amigos pelas manifestações. Infelizmente mais gente com trabalho realizado pelo clube saiu. Política não é politicagem. Ou é?", declarou Dubin em seu twitter neste domingo.
Zero Hora — A eleição do Inter acabou deixando um vice-presidente eleito fora do Conselho Deliberativo. Ironia?
Dannie Dubin — A política do Inter virou isso. Tem outros nomes que também fazem e já fizeram muito pelo clube e estão fora do Conselho, como a Andrea Rottuno, criadora do projeto Criança Colorada. É só olhar a nominata e ver.
ZH — A nominata da chapa deveria ter sido melhor pensada?
Dubin — Totalmente. Deveria ter sido com base nos serviços prestados para o clube, na relevância política. Mas se privilegia certas coisas para a conquista de outras. Fizemos uma escolha ao colocar na frente pessoas que o grupo achava importante para estarem no Conselho.
ZH — Você participou da escolha da nominata?
Dubin — Foi um grupo específico com representantes de todos os movimentos que apoiam a gestão. Eu sugeri que a Diana (de Oliveira, 1ª vice-presidente eleita no último dia 8 de novembro) e Max (Carlomagno, assessor da presidência), que são importantes para o tema das obras do Beira-Rio, estivessem mais à frente, na cota pessoal do Giovanni (Luigi). Os dois estavam muito atrás de mim. Esqueci de pensar em mim.
ZH — E agora, o que tu pretendes fazer para continuar ajudando o Inter?
Dubin — Enchi o saco. Vou dar um tempo para ver se quero voltar. Você já faz coisas sem ganhar nada e acaba levando uma bofetada dessas. Vou arejar um tanto a cabeça.









