Osmar Loss pode nunca ter disputado um Gre-Nal no comando da equipe principal do Inter, mas entende bem o que significa o clássico por sua experiência nas categorias de base do clube. O técnico interino falou sobre a necessidade de colocar uma equipe combativa em campo na partida de domingo.
— Precisamos de um time combativo, com a cara do Gre-Nal. Todos os Gre-Nais que eu acompanhei, são jogos que marcam pela rivalidade e pela disputa. Pela briga do espaço do campo. Temos que colocar em campo um time com essas características — afirmou.
O treinador confirmou que testou, no treino de quinta-feira, a formação com três volantes, promovendo a entrada de Josimar para a saída de Forlán. Ele diz, porém, que também trabalhou uma alternativa com três atacantes.
A escolha da equipe que irá a campo pode ser decisiva para a postura do Inter em campo. Loss lembra que a opção entre um posicionamento ofensivo ou defensivo pode ser desmanchada durante a partida, dependendo das circunstâncias.
— A gente tem que deixar preparado para as duas situações. O jogo vai mostrar para a gente a melhor alternativa. A leitura pode ser mudada em 15 minutos de jogo. A ideia é que a gente ainda vai discutir com a comissão técnica para decidir pela melhor formação — lembrou.
No outro período de Loss como interino, comandou a equipe na Copa Audi, diante de adversários de renome como Milan e Barcelona. O treinador comparou o peso do Gre-Nal com essas partidas.
— Enfrentamento com o Milan e o Barcelona, dentro do cenário mundial, tem uma repercussão maior. Mas o Gre-Nal é incomparável dentro do nosso curral. É uma coisa que vai ficar marcada por muito tempo — concluiu.
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