Sem projeções05/11/2012 | 15h23

Mesmo com objetivo de 2012 longe do alcance, Luigi se recusa a falar sobre futuro do Inter

Dirigente só comentará sobre possíveis mudanças após o final da temporada, desde que seja reeleito

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Mesmo com objetivo de 2012 longe do alcance, Luigi se recusa a falar sobre futuro do Inter Emílio Pedroso/Agência RBS/
Candidato à reeleição, presidente pediu que os votantes analisem todo o período de sua gestão Foto: Emílio Pedroso/Agência RBS

Projetar 2013 é o que resta a um Inter com remotíssimas chances de classificação à próxima Copa Libertadores. Após a derrota para o Náutico, a tarefa de chegar à competição continental tornou-se praticamente impossível, mas por mais que o objetivo de 2012 esteja longe do alcance, o presidente Giovanni Luigi não quer tornar públicas suas posições sobre os rumos do clube no ano que vem.

A eleição presidencial colorada, que terá seu primeiro turno nos próximos dias, aumenta a indefinição sobre os nomes que continuarão e os que deixarão o Beira-Rio após o fim do ano. Mesmo que seja reeleito, porém, o atual presidente diz que só falará sobre o futuro após o final desta temporada, para preservar os profissionais que hoje trabalham no Inter.

Uma das constantes críticas ao elenco é a presença de vários jogadores experientes e com muitos anos de clube, que estariam no final de seu ciclo no Beira-Rio. Perguntado sobre a situação destes atletas, Luigi tergiversou.

— Essa é uma questão interna, que eu não vou tratar com vários jogos ainda até o final do ano — afirmou.

A resposta foi parecida quando a pergunta tratou do futuro de Fernandão. Diretor executivo de futebol transformado em técnico durante a temporada, o ídolo tem permanência incerta em 2013. Luigi foi questionado sobre a situação do treinador se for reeleito:

— Em respeito a todos que estão, essa é uma questão que eu não vou me manifestar até o final do ano. Eu somente vou falar sobre esse assunto sendo reeleito e depois do ano encerrado.

O presidente ainda pediu aos votantes do pleito que avaliem a totalidade de sua gestão antes de decidir o melhor candidato, para que o mau momento do time em campo não tenha tanta influência no resultado das eleições.

— As pessoas têm que fazer a avaliação do todo, dos dois anos, de todas as coisas que foram feitas, boas ou ruins, e votar no candidato que julgarem ser melhor — concluiu.




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