Decisão no domingo27/11/2012 | 15h07

Guiñazu destaca a importância do Gre-Nal: "É a vida e é tudo"

Volante pregou ajuda ao técnico interino Osmar Loss para que o Inter entre organizado no domingo

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Guiñazu destaca a importância do Gre-Nal: "É a vida e é tudo" André Baibich/ Agência RBS/
Guiñazu mostrou conhecimento sobre a relevância do clássico Foto: André Baibich/ Agência RBS

A atitude resiliente que Guiñazu demonstra em campo é a mesma que transparece em seu discurso. Por mais que o Inter tenha ficado sem objetivos no Brasileirão, o argentino nem cogita a ideia de um time colorado com pouca motivação para o Gre-Nal do próximo final de semana. Há mais de cinco anos no clube, ele já entendeu o peso que o clássico tem.

— Quem mora aqui e é daqui, quem participou de Gre-Nais, sabe que é a vida e é tudo. Temos um último jogo para terminar com uma vitória. Vai ser complicado e difícil, mas temos que tirar força até de onde não temos — afirmou o meio-campista.

O jogo do próximo domingo colocará, frente a frente, dois técnicos em situações opostas. Enquanto Vanderlei Luxemburgo é um profissional estabelecido e já acertou sua renovação com o Grêmio, Osmar Loss é um interino, que recém assumiu a equipe colorada. Guiñazu prega ajuda ao treinador para que o time esteja bem organizado no final de semana.

— Pode ter diferença, mas um Gre-Nal é um jogo à parte. Tomara que a gente se ajeite rápido, vamos ajudar o Osmar, que pegou nosso time em uma situação complicada. Tomara que a gente consiga essa vitória para encerrar o ano — disse.

Após a derrota para a Portuguesa, D'Alessandro foi questionado sobre as vaias do torcedor e pediu respeito ao grupo de jogadores. Guiñazu concorda com o compatriota, mas lembra que a manifestação do torcedor é normal:

— O torcedor que vaia, com certeza chorou nos títulos. Isso é o torcedor. Que o grupo merece respeito, merece. É muito tempo ganhando coisas. O Inter merece respeito e cada jogador merece respeito. A gente entrega a vida a cada jogo e não vai ser diferente por causa do que os torcedores pensam. Nós temos que tirar de dentro nossa raiva, nossa indignação, nosso fogo sagrado — concluiu.

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