Luciano Davi já deixou claro que seu cargo está "à disposição" do presidente Giovanni Luigi para 2013. O vice de futebol do Inter diz não se importar em exercer outra função no ano que vem, ou até mesmo voltar a ser um simples torcedor. Quando questionado sobre sua atuação como dirigente, porém, lembra que a continuidade é importante para uma melhor avaliação.
— Acho que tem que haver uma continuidade no trabalho. No futebol, as pessoas querem vencer e eu não venci. Eu pretendia ser campeão brasileiro e o Inter ficou muito aquém desse desejo. Como vice-presidente, sei que estou devendo. Todos enxergam as coisas que estão acontecendo. Mas o dirigente tem que ter continuidade — disse.
Davi citou outros dirigentes colorados que passaram pelo futebol e enfrentaram maus momentos, mas acabaram se recuperando. Lembrou, também, a situação de Giovanni Luigi, que saiu da vice-presidência para tornar-se assessor, com Fernando Carvalho no cargo maior do departamento.
— Nós tivemos vários dirigentes que passaram por maus momentos no futebol e depois se recuperaram. O presidente Giovanni Luigi saiu da vice-presidência e foi para a assessoria de futebol, para o Fernando Carvalho assumir. Eu aceitaria trabalhar com o Fernando Carvalho ao meu lado, por exemplo. Se fossem outros nomes, eu estudaria, não pela pessoa, mas pela aproximação. As pessoas têm que ter aproximação e uma unidade harmônica para trablhar juntas — ressaltou.
O dirigente ainda mostrou criticou a oposição do Inter pelo que classifica como oportunismo pelo mau momento do clube.
— Há muita gente da oposição se oportunizando do momento do clube. O Inter está acima de tudo isso. O que acontece é que é um ano eleitoral. O Inter não está bem. Infelizmente, as redes sociais são fomentadas de informações que muitas vezes são críticas pessoais — concluiu.







