Para o presidente colorado Giovanni Luigi, o Gre-Nal de domingo no Estádio Olímpico só foi considerado interessante devido às circunstâncias que propiciaram, ao Inter, um empate em 2 a 2 com gosto de vitória. Como entrou com o time reserva, o lado vermelho comemorou o resultado. Apesar disso, Luigi reteirou que independente da equipe que entre em campo, o Gre-Nal reforça a missão de vencer o rival.
— Independente da equipe, é preciso vencer o Gre-Nal. Pelas circunstâncias, o resultado foi bom. Nós tínhamos o compromisso de preservar a equipe principal devido ao grande jogo que fizemos na Colômbia quarta-feira. Esses jogadores que entraram em campo no clássico estão de parabéns — ressaltou.
O presidente do Inter também elogiou o árbitro Leandro Vuaden, que foi contestado por ambos os lados após o clássico.
— Vuaden é um grande árbitro. Se não é o melhor, está entre os dois melhores do Rio Grande do Sul. Está entre os melhores do Brasil. No meu entender, aquela falta (que originou o gol de empate do Grêmio) não existiu. Mas não gostaria de me aprofundar nesse assunto — desconversou.
Em seguida, elogiou o grupo colorado relacionado para a partida e falou sobre Dátolo, o argentino recém-contratado que estreou pelo Inter na partida:
— Viemos aqui com uma equipe que não joga. Os jogadores não atuam juntos e não têm sequência. O próprio Dátolo adiantou duas bolas em lances característicos de quem está desentrosado e sem ritmo — afirmou Luigi.
O dirigente também comentou sobre o reinício das obras de reforma do Estádio Beira-Rio, que, na visão do mandatário, preocupa o clube.
— É uma questão que nos preocupa diariamente. Entendo que o clube fez todos os caminhos e trâmites que deveria fazer. Passamos por todas instâncias para que pudéssemos ter o contrato assinado. Teremos a visita do ministro dia 14. E a questão deve ser resolvida até o dia 14 (de fevereiro) — concluiu.













