É praxe na Seleção Brasileira: jogador convocado pela primeira vez precisa fazer o tradicional discurso de apresentação. Por sorte, o volante Fernando já passou por isso. Convocado para os amistosos contra a Itália e a Rússia, o camisa 17 do Grêmio lembra da vergonha deste momento, no ano passado, no Superclássico das Américas.
— Foi uma vergonha, pior coisa da minha vida (risos) Nunca passei tanta vergonha assim. Mas é legal, descontraído, algo que você faz para ser recebido pelo grupo — disse. — A maioria (dos jogadores) já conheço. Não precisarei fazer o discurso — completou.
Chamado pela primeira vez pelo técnico Luiz Felipe Scolari, Fernando confia no seu potencial para ter boas atuações nos dois amistosos e passar a ser nome frequente nas convocações.
— Minha expectativa é a melhor possível. É a de chegar lá e fazer um bom trabalho. Se tiver a oportunidade, vou dar o máximo para que eu possa mostrar por que eu cheguei lá. Que eu possa continuar sendo lembrado — projetou.
Tanto no Grêmio quanto na Seleção, o jogador é visto constantemente por clubes europeus interessados. O assédio, apesar de existir, não mexe com o jogador.
— Meu pensamento está no Grêmio e na Seleção, Como eu falo, mantendo o bom trabalho no clube, facilita para que eu possa chegar na Seleção e desempenhar um bom trabalho também — garantiu.








