Além da capacidade de Barcos de marcar gols, o argentino vem demonstrando qualidade para dar passes decisivos, deixando seus companheiros em condições de finalizar.
A característica ficou evidente mais uma vez na vitória de 3 a 1 sobre o Pelotas, na Boca do Lobo. Em tom de brincadeira, o centroavante disse que os passes deveriam contar como gols para a meta que traçou para o ano: marcar 28 vezes até o fim de 2013.
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— Cada um desses (passes) vai ter que contar como gol também — afirmou, para depois comentar sobre o objetivo pessoal definido para a temporada:
— Fácil, não é. Falta muito ainda. Tem poucos jogos e vários gols ainda para fazer. Falta muito, são 28 gols, o que não é pouco.
Com quatro gols desde que chegou ao Grêmio, o argentino revelou que conversa com meias e atacantes para definir sua movimentação e lembrou que está atuando mais recuado, o que facilita a chegada de seus companheiros à área.
— Estou em uma função que não é a minha, jogando mais atrás. Dentro do campo, acontecem coisas do momento. Eu sempre falo com Zé Roberto, com Elano, com o Vargas quando ele está, para que eles busquem o meu espaço na área quando eu saio. Se eu pego a bola atrás, tem um zagueiro que me acompanha e isso abre espaço na área — destacou.
Barcos ainda ressaltou as inúmeras alternativas de atacantes para acompanhá-lo no setor de frente. Diante do Pelotas, Welliton e, depois, Kleber, foram os companheiros do centroavante. Vargas desfalcou a equipe para defender a seleção chilena.
— É muito bom porque tem muita variedade e, também, qualidade. Cada um que entra faz a diferença. Quando entra um e sai outro, não se nota — concluiu.













