Como disputar um jogo de Libertadores nas condições do gramado do Estádio Olímpico da Unversidad Central de Venezuela (UCV) sem perder a identidade de seu futebol? É o desafio que está diante do Grêmio na noite desta terça-feira, quando o time de Vanderlei Luxemburgo entrar em campo para enfrentar o Caracas, às 21h15min, na Venezuela, em partida válida pelo Grupo 8.
O centroavante Hernán Barcos tem resposta para a questão. O argentino enxerga dois momentos do confronto. No primeiro, o Grêmio tentará tocar a bola e jogar como vem jogando: por baixo, trocando passes e buscando a movimentação que confunda os adversários até o lance final.
Do contrário, o jeito será forçar a bola em profundidade ou buscar o lance aéreo, sem esquecer do rebote perto da área. Luxemburgo conversou com Barcos e Vargas nos treinos realizados aqui em Caracas e os alertou do rebote do goleiro, facilitado pela irregularidade do gramado.
— Se não der no toque de bola, vamos nos adaptar durante a partida e tentar o jogo mais aéreo. O que precisamos, em resumo, é jogar com inteligência diante das adversidades. O importante é ganhar. Somos profissionais e temos que engrenar estas dificuldades. Mas o essencial é ter inteligência — afirmou Barcos.
No Grupo 8, o Fluminense soma sete pontos, com um jogo a mais. O Grêmio tem seis, o Huachipato, quatro, e o Caracas, três.









