A troca de chaves do Olímpico e da Arena segue como um mistério, mesmo com o prazo previsto no contrato para 30 de março. Duas condições essenciais não foram cumpridas ainda: a OAS não comunicou o Grêmio da conclusão do novo estádio e o clube não apontou as obras que considera necessárias para realizar a mudança para o local. Caso a construtora discorde das adaptações na Arena apontadas pelo Grêmio, um processo de negociação será iniciado. Se não houver acordo, é na justiça paulista que o litígio será julgado.
Enquanto não há previsão para a troca de chaves, o que mais preocupa o Grêmio é o repasse anual de R$ 41 milhões à Arena Porto-Alegrense pelo espaço ocupado por seus associados no estádio.













