Comida leve, praticamente sem carne, com preferência por massas, pães e batatas. Claro, sem dispensar o feijão e o arroz. É desta forma que os jogadores do Grêmio irão se comportar à mesa, ao menos nos primeiros dias em Quito, onde chegaram no início da tarde desta segunda-feira.
Diante da altitude, a opção é por comida de mais fácil digestão, que não atrapalhe o sono e permita plenas condições físicas para o dia seguinte. O cardápio foi elaborado pela nutricionista Joseane Oliveira, que chegou domingo a Quito.
— O metabolismo fica um pouco alterado. Por isso, a opção por comida com pouca gordura e rica em proteínas — explica Joseane, que participa de todas as viagens do time.
Os primeiros trabalhos também serão sem uma exigência física maior. Neste primeiro dia, por exemplo, serão feitas apenas algumas corridas em torno do gramado do Deportivo Quito. Somente na terça-feira, serão dados os primeiros chutes na bola.
— Serão os movimentos iniciais para que eles entendam a resistência do ar e a velocidade da bola — explica o médico Paulo Rabaldo, escalado para a viagem.
Ao menos nas primeiras horas, não houve qualquer queixa em relação à altitude de 2,8 mil metros desta cidade de 2,2 milhões de habitantes.
— Por isso foi importante ter vindo bem cedo. A cada dia, vai melhorando nossa adaptação — diz o meia Elano.
Uma primeira avaliação sobre a reação dos jogadores será feita aos jornalistas depois do treino pelo preparador físico Antônio Mello.










