Uma partida ainda resiste viva na memória dos torcedores da LDU. Foi aqui mesmo, em Quito, no ano de 2009. Na noite de 25 de novembro, o time equatoriano impôs uma goleada por 5 a 1 no Fluminense, no Estádio Casablanca, na primeira partida decisiva da Copa Sul-Americana. Depois, consolidou o título no Maracanã.
Os tempos são outros. Daquele time, em que se destacavam Bolaños e Bieler, só restaram Reasco e Norberto Araujo. Também não está mais o técnico Jorge Fossatti, que, mais tarde, passaria pelo Inter. A ambição, contudo, segue a mesma. Sobretudo pela volta do multicampeão treinador Edgardo Bauza.
Cheia de caras novas, a LDU segue com o objetivo de patrolar os adversários em seus domínios. Os trabalhos, muito deles com portões fechados, têm valorizado o aspecto tático. A nova formação será vista pela primeira vez pelos torcedores em amistoso no sábado.
Saritama, Morante, Hugo Vélez, Canuto e Jose Madrid são alguns dos reforços contratados. O novo grupo mescla experiência e juventude. Deve levar cerca de 25 mil torcedores ao estádio no jogo do dia 23, contra o Grêmio. Mas sabe que o time gaúcho, ao optar por um longa preparação na altitude, deverá oferecer maior resistência do que o Fluminense de três anos atrás. Mesmo assim, é grande o sonho de chegar à fase de grupos.
— Queremos demonstrar que seguimos sendo o clube mais exitoso do Equador — afirma o presidente Esteban Paz.














