Segundo o presidente Fábio Koff, o pedido de demissão do assessor de futebol do Grêmio, Omar Selaimen, se deu por motivos profissionais e familiares. O presidente gremista lembrou que as mesmas razões já haviam causado resistência do dirigente a aceitar o cargo. A impossibilidade de conciliar sua função no clube com outros compromissos teria ficado mais evidente com a viagem do diretor executivo, Rui Costa, à Europa, o que sobrecarregou Selaimen em Porto Alegre.
— Os motivos para a demissão foram os mesmos que o fizeram resistir a nomeação. Foram motivos de natureza profissional e familiar, a falta de disponibilidade para conciliar tudo — disse Koff.
— Essa questão ficou mais evidente agora, com o diretor executivo viajando e ficando sete, oito dias fora — completou.
Selaimen é administrador e advogado. O ex-assessor de futebol gremista é casado e pai de três filhos.
Koff afirmou que ainda não sabe se outro dirigente ocupará a vaga deixada por Selaimen. Tudo dependerá da demanda de trabalho, com o Grêmio ainda em busca de contratações para fechar o grupo de jogadores.
— Tudo vai depender da exigência do serviço. Não temos um grupo pronto, precisamos de mais algumas contratações, ainda estamos fazendo pesquisa no mercado. Quando o grupo ficar pronto, exigirá menos trabalho. Nós ainda precisamos de mais três jogadores para fechar o grupo — destacou.








