Recado02/12/2012 | 15h10

Odone pede paz e admite que obrigação é gremista no clássico 394

Presidente do Grêmio pediu para que os torcedores não se exaltem durante o jogo

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Odone pede paz e admite que obrigação é gremista no clássico 394 Adriano de Carvalho/Agência RBS/
Foto: Adriano de Carvalho/Agência RBS

O presidente Paulo Odone pediu calma aos torcedores gremistas antes, durante e depois do Gre-Nal 394, o último jogo oficial do Estádio Olímpico. O mandatário tricolor pediu paz fora dos gramados e solicitou que os torcedores evitem a tentativa de conseguir uma recordação do estádio, como pedaços de grama.


— O ambiente é de muita emoção, mas o Grêmio vai continuar morando aqui até março, com a parte administrativa e alguns eventos. Então, nós vamos pedir para que o torcedor demonstre seu carinho, venha torcer para o Grêmio no Gre-Nal, mas preserve o Olímpico. Não tire grama, essas coisas. Terão oportunidades a mais para vir aqui. Aqui não vai ter essa coisa de invasão organizada. É uma forma de mostrar até respeito pelo estádio e pelo Grêmio. A possibilidade de sofrer uma punição, não poder jogar na Arena na Libertadores, seria horrível. Não vamos deixar que se criem conflitos. Guerra é no campo para ganhar o Gre-Nal — declarou Odone.

Odone admitiu que a pressão do clássico é maior para o Grêmio, que ainda disputa o vice-campeonato do Brasileirão.

— Quem tem metas a alcançar é o Grêmio. O Grêmio quer ser vice-campeão do Brasileiro. Isso vai permitir que já no início do ano que vem a gente se prepare com tempo suficiente. Isso (jogar a pré-Libertadores) tira o tempo de preparo, a vantagem dos outros é muito grande. O Grêmio está consciente que precisa disso. O Inter só quer colocar água no nosso chope.

O presidente, no entanto, negou que o Grêmio entre no clássico como favorito.

— Não existe favorito. O Grêmio vai fazer tudo pra ser vice-campeão e o Inter vai fazer tudo para estragar a nossa festa, colocar água no nosso chope.

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