Ainda que as críticas de Fábio Koff possam ter gerado algum constrangimento, o presidente da Grêmio Empreendimentos Eduardo Antonini confirmou que não irá pedir afastamento do cargo. Nesta segunda, por três horas, junto com o CEO Cristiano Koehler e o executivo jurídico Gustavo Pinheiro, ele expôs ao presidente eleito e seu Conselho de Administração detalhes do contrato firmado entre Grêmio e OAS.
_ Como presidente da Grêmio Empreendimentos, tenho a obrigação formal de esclarecer a parte técnica do contrato. À medida que a nova gestão tiver todas as informações, ficará claro que o projeto buscou o melhor para o Grêmio e dará resultados _ afirma Antonini.
Convidado para eventos sobre arenas em todo o país, Antonini se diz cada vez mais convencido de que o modelo de negócio firmado pelo Grêmio foi o melhor. Observa que a construtora investiu cerca de R$ 650 milhões no projeto, sendo 45% financiados, e ainda não sabe quando começará a lucrar.
_ No pior dos cenários, os 65% que a Arena gerar ao Grêmio serão muitas vezes mais do que os 100% que temos hoje no Olímpico _ afirma o dirigente.
Aos 58 anos de idade e exigindo constante manutenção, o Olímpico tem custo mensal estimado em R$ 1 milhão.








