Representante da direção do Grêmio junto às torcidas organizadas, o vice-presidente Nestor Hein disse desconhecer o afastamento de Rodrigo Rysdyk, o Alemão, e Cristiano Roballo Brum, o Zóio, do comando da Geral. Trata-se, segundo ele, de "uma questão interna", que em nada interferirá nas decisões já tomadas pelo clube em relação a esta torcida.
_ Não mudaremos sequer um milímetro naquilo que já resolvemos. As regras serão rígidas. Seguiremos sem distribuir ingressos às organizadas _ avisa o dirigente.
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Para Nestor Hein, o cadastramento das torcidas, uma das medidas postas a serem postas em prática pela direção, ajudará as organizadas a se autosustentar._ Na condição de pessoa jurídica, elas poderão comercializar seus produtos e, com isso, obter gás econômico para pagar suas viagens, por exemplo _ diz.
Embora veja nos torcedores "a razão de ser dos clubes", Hein observa que todos eles precisam se reciclar a uma nova realidade, que nasce com a Arena. O risco, afirma o dirigente, é que tumultos como o da inauguração provoquem uma interdição, que resultará em sério prejuízo financeiro ao Grêmio.












