Gauchão27/01/2013 | 07h01

Remanescentes do vice-campeonato gaúcho de 2012, Umberto e Jean reencontram o Inter neste domingo

"A gente volta a viver a final do ano passado", afirma zagueiro

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Remanescentes do vice-campeonato gaúcho de 2012, Umberto e Jean reencontram o Inter neste domingo Juan Barbosa /Agência RBS
O capitão Umberto (E) e o zagueiro Jean (D) provarão um sabor especial contra o Inter Foto: Juan Barbosa / Agência RBS
Rodrigo Chernhak, especial

rodrigo.chernhak@pioneiro.com

A partida entre Caxias e Inter, neste domingo, às 17h, no Estádio Centenário, tem um saber diferente para dois jogadores grenás. Jean e Umberto guardam vivo na memória a última vez que os times se confrontaram: a final do Gauchão de 2012. Agora, é a hora do reencontro e a rivalidade será posta à prova mais uma vez.

Únicos titulares remanescentes que estiveram presentes na final do último ano (Santiago e Alisson também integram o grupo, mas entraram no segundo tempo), o zagueiro e o volante espantam o rótulo de revanche e não escondem a expectativa de encarar os colorados novamente.

— A gente volta a viver a final do ano passado, mas agora é outro momento. Eles estão no começo da temporada, sem ritmo de jogo, mas têm qualidade, vai ser um jogo difícil — avisa Jean.

— As circunstâncias são diferentes, mas por se tratar do Inter é diferente também. Vamos respeitar a qualidade deles, mas sem temer nada — acrescenta Umberto.

Invicto na tabela, o Caxias chega à terceira rodada em busca de afirmação. Após um empate e uma vitória, a cara do time começa a ganhar forma. E diante do adversário mais qualificado do primeiro turno, um obstáculo a mais. Até então disputando o campeonato com o time B, o Inter trará à Serra sua equipe principal com Damião, Forlán, D'alessandro e companhia, na estreia do técnico Dunga.

— Temos que tomar cuidado, não são apenas dois ou três jogadores que temos que ter atenção, não dá para desprezar ninguém, é regra básica. O Caxias vai enfrentar um ícone do futebol gaúcho. Quando a qualidade é grande, o ritmo de jogo é relativo — previne o técnico Picoli.

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