Muitas já chefes de casa – 37,7%, de acordo com o último censo do IBGE –, elas, agora, muito em consequência da estabilização da economia e que fortaleceu o poder de consumo da população, partem para empreender.
Tradicional estudo sobre empreendedorismo – Global Entrepreneurship Monitor – mostra que o Brasil tem uma das maiores proporções de tocar seu próprio negócio entre as mulheres (49%).
É o quarto maior índice entre os casos de 54 nações avaliadas e representa mais de 10 milhões de mulheres à frente de suas empresas.
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Se a mulher se aventura a ter seu próprio negócio por oportunidade ou necessidade, é outra discussão. Até há pouco tempo, era esmagadora a maioria das que optavam por liderar companhias porque precisavam, mas a realidade começa a mudar. Em um futuro não muito distante, a situação vai se inverter.
Com flexibilidade para conduzir a vida de suas famílias e melhor nível educacional, as empreendedoras se mostraram mais focadas, participativas e rígidas em relação a processos do que os homens, mas, ao mesmo tempo, são menos agressivas na gestão e revelam alto nível de planejamento em suas decisões.
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Neste jeito diferente de fazer negócios, com destaque para atividades ligadas a serviços e comércio, talvez um dos pontos mais importantes ainda vá ser alvo de muito estudo e análise de especialistas. Se no Brasil, e todos sabem disso, não é nada fácil se aventurar nos negócios, as mulheres que resolvem ser donas de suas próprias decisões têm bem mais sorte.
Infelizmente, é conhecido o expressivo índice entre as pequenas companhias abertas no país que não conseguem atravessar os cinco primeiros anos de mercado. Mas bons empreendimentos criados pelas mulheres mostram maior taxa de sobrevivência.
Prova de que este futuro ainda nos reserva boas notícias e maior desenvolvimento pela frente.












