No campo11/02/2013 | 18h47

Brasil tem risco mínimo para vaca louca, avalia Organização Mundial de Saúde Animal

Mas entidade também recomenda forte monitoramento da doença, e governo avalia que decisão deve facilitar retirada de embargos

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O comitê científico da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) anunciou nesta segunda-feira a manutenção do status do Brasil de risco insignificante para a encefalopatia espongiforme bovina (EEB), também conhecida como doença da vaca louca. Após uma sabatina com técnicos do Ministério da Agricultura na semana passada, em Paris, o comitê científico afirmou que a identificação de um caso atípico, numa fazenda do Paraná, não coloca em risco a saúde animal ou dos consumidores dos parceiros do Brasil. Mas também recomenda forte monitoramento da doença.

Segundo o Ministério da Agricultura, a decisão do comitê científico da OIE deve facilitar a retirada dos embargos de alguns países contra a importação de carne do Brasil. Para o diretor de Saúde Animal do Ministério da Agricultura, Guilherme Marques, o principal fator deste processo é o reconhecimento das medidas adotadas pelo Brasil no sistema de prevenção.

— A manutenção do status reafirma a qualidade do sistema de defesa implementado pelo país para prevenir a ocorrência da EEB — apontou Marques.

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