Suinocultura09/08/2012 | 17h55

Preço sobe no RS, mas não cobre custos

De acordo com o Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do RS reajuste de 20% nos derivados da proteína não cobrem despesas com milho e soja

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Preço sobe no RS, mas não cobre custos Sirli Freitas/Agencia RBS
De acordo com sindicato, preços de derivados de proteína subiram, mas ainda não cobrem aumento dos custos Foto: Sirli Freitas / Agencia RBS

A alta nos custos de produção de suínos chegou para o produtor gaúcho. A informação é do diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Produtos Suínos do Rio Grande do Sul, Rogério Kerber. Segundo o dirigente, no último mês, os preços dos derivados da proteína foram reajustados em 20%, porcentual que ainda não repassa o aumento das despesas dos produtores, sobretudo com milho e farelo de soja, base da alimentação animal.

Kerber não disse, porém, quanto seria necessário para cobrir a defasagem.

— É um processo de recomposição de preços, que diminuiu um pouco a pressão dos custos de produção sobre a indústria — disse.

A saca de 60 quilos de milho hoje é negociada a cerca de R$ 32, e o farelo de soja é vendido a R$ 1,2 mil a tonelada, mais que o dobro quando comparado ao mesmo período do ano passado.

A cadeia da suinocultura reclama ainda das dificuldades de escoar a produção e garantir a venda por um preço remunerador. Os criadores do Estado estimam que o preço do quilo do suíno vivo é R$ 1,90, enquanto os custos ficam na casa dos R$ 2,30.

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