Estão sendo desenvolvidos projetos que permitirão agregar valor aos produtos produzidos pelas cooperativas gaúchas. De acordo com o presidente do Sistema Ocergs-Sescoop/RS, Virgílio Frederico Perius, o planejamento estratégico, que começou neste ano termina em 2015 e “vai seguir o sistema europeu”.
Os projetos que estão sendo implantados, além da união das cooperativas, se referem a uma planta de biodiesel, esmagamento de grãos, indústria de aves e suínos, rearranjo do sistema vitivinícola, planta de produção de queijo e a formação de centrais de fertiizante e compras em comum. No caso dos fertilizantes já está sendo conversado, com a Índia, a importação de uma tecnologia que torne o produto mais barato.
Segundo Perius, os recursos virão das próprias cooperativas e equivalem a R$ 1,7 bilhão (deste total, 90% são recursos próprios). No entanto, o sistema tem outras ideias que já estão sendo levadas ao governo federal como a criação de uma parceria entre o BNDESPar e a Ocergs-Sescoop/RS.
Na sua saudação, o presidente da Federasul, Ricardo Russowsky, disse que o associativismo e o cooperativismo são irmãos gêmeos e que a união faz a força nestes dois casos.












