Para todos os públicos07/03/2013 | 11h19

Artesanato e produtos coloniais são atrações dos visitantes da Expodireto

Pavilhão da Agricultura familiar atrai as atenções de quem não tem relação com o agronegócio

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Artesanato e produtos coloniais são atrações dos visitantes da Expodireto Diogo Zanatta/Especial
Foto: Diogo Zanatta / Especial

Até os visitantes sem relação direta com o agronegócio têm espaço na Expodireto: o Pavilhão da Agricultura Familiar. Este ano, cerca de 150 expositores vendem produtos coloniais e artesanato no local.

Pela primeira vez na feira, Albino Mariano Gaitcoski, 52 anos, veio de Frederico Westphalen para vender mel em Não-Me-Toque, cerca de 175 quilômetros distante. Depois que adquiriu uma máquina para embalar o produto, em 2011, o produtor passou a participar de feiras para conquistar clientes. Antes do investimento, de R$ 45 mil, o serviço era terceirizado.

— Embalar o mel na propriedade gerou mais renda para nossa família e passamos a participar de feiras atrás de clientes interessados em comprar em grande quantidade.

Com 300 colmeias, ele produz cerca de oito mil quilos de mel por ano, com ajuda da mulher e das duas filhas, de 18 e 22 anos. Em 2012, Gaitcoski comemorou a conquista do Selo Sabor Gaúcho, do Programa Estadual de Agroindústria Familiar.

O sucesso de vendas do produtor na feira foi uma invenção curiosa: as joias de mel. As duas tiras do produto, uma no tamanho de um colar e outra no formato de pulseira, são a alegria das crianças de visitam a Expodireto.

No Pavilhão da Agricultura Familiar também é possível encontrar produtos coloniais — como queijos, salames e vinho —, artesanato e flores.

A artesã Vera Lucia Soares, 48 anos, expõe no pavilhão há cinco anos. Moradora de Ernestina, ela conta com ajuda de duas amigas para atender os visitantes da Expodireto. Vera trabalha com bordado e pintura na decoração de peças em madeira e tecido. Segundo ela, o que mais chamou a atenção dos visitantes este ano foram as peças com decoração para a Páscoa.

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